Será natural? Compreensível, sincero? ou despercebido?
Será que não passa tudo de um turbilhão de sensações?
Que o antes, não tem lugar no agora.
Que o agora, não é nada mais que um espelhar do depois.
Parece mais uma espécie de indecisão...
Poderia ser bem pior.
No momento em que parece que a tempestade passou,
Aparece a trovoada...compassadamente acompanhada,
Por raios e chuva.
Os fortes manter-se-ão de pé, enquanto que o eco dos fracos,
Fará deles, aquilo que são.
Verter-se-ão lágrimas, até mais não.
Do outro lado estará alguém a observar,
Imponente, e despreocupado com a situação.
Estará alguém que nada saberá,
E que julgará tudo saber.
Essa não fará parte dos fracos,
Mas também parte de nada fará.